Todo o ciclo de confecção do champanhe,
das vinhas às caves constitui uma atração para os visitantes.
A Moët & Chandon, responsável por 22% das exportações
(e parte do mesmo grupo que fabrica a Veuve Cliquot),
é a dona do castelo de Saron, nas proximidades de Épernay
- França. Ali recebe convidados de diversos países,
que vão conhecer de perto as vinhas ondulantes, cortadas
pelas curvas do rio Meuse.
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| Ocupada em criar outros motivos, além do
brinde, para se abrir uma garrafa, a marca lançou-se, há
alguns anos, à tarefa de demonstrar que o champanhe pode
acompanhar todos os pratos.
Assim, um brut (seco) serve de aperitivo e acompanha bem
entradas e peixes, um brut imperial vai bem com aves e carnes
mais fortes, um néctar imperial pode ser servido com foie-gras,
queijos azuis e nozes.
Se Reims conta com a grandeza de sua catedral gótica para
atrair visitantes, Épernay, que disputa com ela o título
de capital do Champagne, oferece uma surpresa subterrânea.
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Cave Galerie Impériale
- Möet & Chandon
França - 28 km subterrâneos.
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